quarta-feira, 8 de março de 2017

Homenagem ao Dia Internacional Mulher. O exemplo de Joana D´Arc

No dia Internacional da Mulher, nos da SAPE, gostaríamos de homenagear todos as mulheres e suas fibras de guerreiras, a partir de um dos maiores símbolos de força e decisão feminina que foi Joana D´Arc. Uma jovem santa do final do período medieval, nascida em 1412 e que morreu por condenação a morte aos 19 anos. Repetimos essa homenagem já publicada em 2014.

Joana nasce em Domremy, pequena vila situada na fronteira entre França e Lorena. Seus pais eram dois agricultores conhecidos de todos como ótimos cristãos. Joana recebeu deles uma boa educação religiosa, com uma notável base da espiritualidade

No início de 1429, Joana inicia a sua obra de libertação. Os numerosos testemunhos nos mostram uma jovem mulher de 17 anos como uma pessoa muito forte e decidida, capaz de convencer homens inseguros e desencorajados

Em 22 de março de 1429, Joana escreve uma importante carta ao rei da Inglaterra e aos homens que investem contra a cidade de Orléans (ibid, p. 221-222). A sua solicitação é uma proposta de verdadeira paz entre os dois povos cristãos, à luz dos nomes de Jesus e de Maria, mas a proposta foi rejeitada e Joana começa comprometer-se na luta para a libertação da sua cidade, que acontece em 8 de maio.

Numerosos são os testemunhos em relação a sua bondade, a sua coragem e a sua extraordinária pureza. Ela era chamada por todos e ela mesma se autodenominava “a menininha”, isto é, a virgem.


A paixão de Joana inicia-se no dia 23 de maio e de 1430, quando se tornou prisioneira nas mãos dos seus inimigos. Em 23 de dezembro foi conduzida a cidade de Rouen. Ali ela desenvolve o longo e dramático processo de Condenação que se inicia em fevereiro de 1431 e termina em 30 de maio com a pena de morte.

Na manhã de 30 de maio, com 19 anos vividos, ela recebeu pela última vez a santa Comunhão na prisão e, logo depois, foi conduzida ao suplício de ser queimada viva na praça do velho mercado da bucólica cidade Francesa de Rouen.

Leia texto da Audiência Pública do Papa em 26 jan 2011

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